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		<title>Christ and Him Crucified/pt - Revision history</title>
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			<title>JoyaTeemer at 23:39, 7 January 2009</title>
			<link>http://gospeltranslations.org/w/index.php?title=Christ_and_Him_Crucified/pt&amp;diff=17075&amp;oldid=prev</link>
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Tentar sintetizar a doutrina da salvação de acordo com o apóstolo Paulo, no espaço de um curto ensaio, poderá parecer um ato de loucura. Entretanto, temos que tentar. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Tentar sintetizar a doutrina da salvação de acordo com o apóstolo Paulo, no espaço de um curto ensaio, poderá parecer um ato de loucura. Entretanto, temos que tentar. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Justificação gratuita. Observamos em nossa introdução que, em alguns círculos, se tem tornado popular opor-se a ênfases de Paulo sobre a união com Cristo aos seus ensinos sobre justificação forense. Este é, entretanto, um profundo engano. A Reforma estava certamente correta em afirmar que a principal característica dos ensinos de Paulo era a doutrina da justificação pela graça somente, através da fé somente. Ademais, contrário às mais recentes reivindicações dos autores da “nova perspectiva”, Paulo vê claramente a justificação como um tema “soteriológico”. Justificação não responde simplesmente à questão de se os gentios, bem como os judeus, pertencem à aliança do povo de Deus, como muitos dos ditos autores mantêm. A justificação responde, primariamente, a questão de como qualquer pecador, judeu ou gentio, pode encontrar aceitação em Deus, a despeito do seu pecado e culpa. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;''&lt;/ins&gt;Justificação gratuita. &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;''&lt;/ins&gt;Observamos em nossa introdução que, em alguns círculos, se tem tornado popular opor-se a ênfases de Paulo sobre a união com Cristo aos seus ensinos sobre justificação forense. Este é, entretanto, um profundo engano. A Reforma estava certamente correta em afirmar que a principal característica dos ensinos de Paulo era a doutrina da justificação pela graça somente, através da fé somente. Ademais, contrário às mais recentes reivindicações dos autores da “nova perspectiva”, Paulo vê claramente a justificação como um tema “soteriológico”. Justificação não responde simplesmente à questão de se os gentios, bem como os judeus, pertencem à aliança do povo de Deus, como muitos dos ditos autores mantêm. A justificação responde, primariamente, a questão de como qualquer pecador, judeu ou gentio, pode encontrar aceitação em Deus, a despeito do seu pecado e culpa. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;De acordo com Paulo, justificação é um ato gracioso de Deus pelo qual Ele perdoa os pecados dos crentes e os declara justos, na base da imputação da justiça de Cristo (Romanos 4:1-5; 5:15-17; 10:3; 2ª Coríntios 5:21; Filipenses 3:9). Ainda que todos pecaram, Cristo foi posto à morte pelos pecados do Seu povo e ressuscitado para sua justificação (Romanos 4:25). À parte de qualquer “obra” cumprida em obediência à Lei, Deus justifica aquele que recebe a Cristo pela fé (Romanos 3:28; Gálatas 2:16). Esse benefício da justificação é, totalmente, uma bênção escatológica da salvação, a qual declara que “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Romanos 8:1). &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;De acordo com Paulo, justificação é um ato gracioso de Deus pelo qual Ele perdoa os pecados dos crentes e os declara justos, na base da imputação da justiça de Cristo (Romanos 4:1-5; 5:15-17; 10:3; 2ª Coríntios 5:21; Filipenses 3:9). Ainda que todos pecaram, Cristo foi posto à morte pelos pecados do Seu povo e ressuscitado para sua justificação (Romanos 4:25). À parte de qualquer “obra” cumprida em obediência à Lei, Deus justifica aquele que recebe a Cristo pela fé (Romanos 3:28; Gálatas 2:16). Esse benefício da justificação é, totalmente, uma bênção escatológica da salvação, a qual declara que “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Romanos 8:1). &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Santificação pelo Espírito. Todo aquele que está unido a Cristo é morada do Seu Espírito vivificador (Romanos 8:4-11). Os crentes não somente são declarados justos na justificação gratuita, mas estão também sendo renovados segundo a imagem de Cristo (2ª Coríntios 3:17-18). O poder e o domínio do pecado são desfeitos. Através de sua união com Cristo, em Sua morte e ressurreição, os crentes devem, agora, se considerar mortos para o pecado e vivos para a justiça (Romanos 6:12-14). O novo status que os crentes desfrutam, (justificação), é sempre acompanhado por uma vida renovada de obediência a qual é neles realizada pelo Espírito de Cristo (santificação). &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;''&lt;/ins&gt;Santificação pelo Espírito. &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;''&lt;/ins&gt;Todo aquele que está unido a Cristo é morada do Seu Espírito vivificador (Romanos 8:4-11). Os crentes não somente são declarados justos na justificação gratuita, mas estão também sendo renovados segundo a imagem de Cristo (2ª Coríntios 3:17-18). O poder e o domínio do pecado são desfeitos. Através de sua união com Cristo, em Sua morte e ressurreição, os crentes devem, agora, se considerar mortos para o pecado e vivos para a justiça (Romanos 6:12-14). O novo status que os crentes desfrutam, (justificação), é sempre acompanhado por uma vida renovada de obediência a qual é neles realizada pelo Espírito de Cristo (santificação). &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Glorificação. Ainda que seja costumeiro pensar-se na glorificação como a futura consumação da salvação do crente, Paulo fala sobre a glorificação como uma realidade presente e futura (Romanos 8:18-ss, 30). Devido à íntima união dos crentes com Cristo, a glorificação de Cristo em Sua ressurreição e ascensão é, de igual maneira, a glorificação dos crentes. Já, agora, os crentes estão sentados com Cristo nos lugares celestiais (Efésios 2:6). Resta, porém, a expectação da glorificação ainda futura dos crentes (2ª Tessalonicenses 1:10). Enquanto vivam neste mundo, os crentes, ansiosos, esperam pelo dia em que seus “corpos de humilhação” serão transformados para serem à semelhança do corpo glorioso de Cristo (Filipenses 3:21). &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;''&lt;/ins&gt;Glorificação. &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;''&lt;/ins&gt;Ainda que seja costumeiro pensar-se na glorificação como a futura consumação da salvação do crente, Paulo fala sobre a glorificação como uma realidade presente e futura (Romanos 8:18-ss, 30). Devido à íntima união dos crentes com Cristo, a glorificação de Cristo em Sua ressurreição e ascensão é, de igual maneira, a glorificação dos crentes. Já, agora, os crentes estão sentados com Cristo nos lugares celestiais (Efésios 2:6). Resta, porém, a expectação da glorificação ainda futura dos crentes (2ª Tessalonicenses 1:10). Enquanto vivam neste mundo, os crentes, ansiosos, esperam pelo dia em que seus “corpos de humilhação” serão transformados para serem à semelhança do corpo glorioso de Cristo (Filipenses 3:21). &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;O Evangelho, de acordo com Paulo, pode ser sumarizado como a gloriosa mensagem de Deus quanto ao cumprimento de Suas promessas de salvação para o Seu povo em Cristo. A mensagem central da pregação de Paulo é a salvação através do Cristo crucificado e ressurreto. Cristo tem provido um sacrifício pelos pecados do Seu povo, que responde a cada aspecto de sua condição pecadora. Através da fé e união com Cristo, os crentes desfrutam de todos os benefícios dessa obra sacrificial. Nas extraordinárias palavras de 2ª Coríntios 5:17, “se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.” Aqueles que estão em Cristo desfrutam um novo status diante de Deus, de livre aceitação, a despeito de sua indignidade como pecadores. Eles, ademais, experimentam a graça de uma nova vida de obediência à “lei de Cristo” pela instrumentalização do Espírito Santo. E conhecem a graça da presente e da futura glorificação, quando as “primícias” da salvação em Cristo aparecerem na ceifa escatológica da completa participação na vitória da ressurreição de Cristo.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;O Evangelho, de acordo com Paulo, pode ser sumarizado como a gloriosa mensagem de Deus quanto ao cumprimento de Suas promessas de salvação para o Seu povo em Cristo. A mensagem central da pregação de Paulo é a salvação através do Cristo crucificado e ressurreto. Cristo tem provido um sacrifício pelos pecados do Seu povo, que responde a cada aspecto de sua condição pecadora. Através da fé e união com Cristo, os crentes desfrutam de todos os benefícios dessa obra sacrificial. Nas extraordinárias palavras de 2ª Coríntios 5:17, “se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.” Aqueles que estão em Cristo desfrutam um novo status diante de Deus, de livre aceitação, a despeito de sua indignidade como pecadores. Eles, ademais, experimentam a graça de uma nova vida de obediência à “lei de Cristo” pela instrumentalização do Espírito Santo. E conhecem a graça da presente e da futura glorificação, quando as “primícias” da salvação em Cristo aparecerem na ceifa escatológica da completa participação na vitória da ressurreição de Cristo.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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			<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 23:39:04 GMT</pubDate>			<dc:creator>JoyaTeemer</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslations.org/wiki/Talk:Christ_and_Him_Crucified/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>JoyaTeemer at 23:38, 7 January 2009</title>
			<link>http://gospeltranslations.org/w/index.php?title=Christ_and_Him_Crucified/pt&amp;diff=17074&amp;oldid=prev</link>
			<description>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
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			<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 23:38:23 GMT</pubDate>			<dc:creator>JoyaTeemer</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslations.org/wiki/Talk:Christ_and_Him_Crucified/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Rafreire at 19:00, 7 January 2009</title>
			<link>http://gospeltranslations.org/w/index.php?title=Christ_and_Him_Crucified/pt&amp;diff=17073&amp;oldid=prev</link>
			<description>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
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		&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;Revision as of 19:00, 7 January 2009&lt;/td&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;Hi Roberto&lt;/del&gt;,&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;br&amp;gt;Tentar sintetizar a doutrina da salvação de acordo com o apóstolo Paulo&lt;/ins&gt;, &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;no espaço de um curto ensaio, poderá parecer um ato de loucura. Entretanto, temos que tentar. &lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;Here is your page to post the translation&lt;/del&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;br&amp;gt;A pregação do Evangelho feita por Paulo, parte da convicção de que Jesus de Nazaré é o Messias prometido e o Filho que Deus enviou a este mundo “na consumação dos tempos” para cumprir Suas promessas ao Seu povo, Israel (2ª Coríntios 1:18-22; 6:2; Gálatas 4:4). A grande mensagem da pregação de Paulo é o “mistério” do Evangelho de Jesus Cristo (Colossenses 1:26; Romanos 16:26; 2ª Timóteo 1:10). Ainda que previamente oculto, esse mistério foi agora confiado a Paulo e aos demais apóstolos como “despenseiros dos mistérios de Deus” (1ª Coríntios 4:1; Efésios 3:22-ss)&lt;/ins&gt;. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;Thank you so much!&lt;/del&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;br&amp;gt;Essa convicção paulina ajuda a esclarecer a relação entre seu ensino a respeito da salvação e o ensino de Jesus Cristo nos Evangelhos. Como Cristo enfatizou a vinda do reino de Deus, o qual introduz as bênçãos da “era vindoura” nesta “era”, assim também Paulo enfatiza a vinda de Jesus Cristo como Aquele por quem as bênçãos de Deus são agora concedidas ao Seu povo. O ensino de Jesus nos Evangelhos é similar à abertura musical que anuncia o tema de todo o Novo Testamento: o reino de Deus “é chegado”. A pregação de Paulo desenvolve esse tema oferecendo uma explanação abrangente das bênçãos salvíficas do reino. &lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Blessings,&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;br&amp;gt;Mas, como explica Paulo a salvação que Cristo traz? Que realizou Cristo por Sua morte e ressurreição, que provê redenção para aqueles que Lhe pertencem? &lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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Ainda que previamente oculto, esse mistério foi agora confiado a Paulo e aos demais apóstolos como “despenseiros dos mistérios de Deus” (1ª Coríntios 4:1; Efésios 3:22-ss).&amp;lt;br&amp;gt;Essa convicção paulina ajuda a esclarecer a relação entre seu ensino a respeito da salvação e o ensino de Jesus Cristo nos Evangelhos. Como Cristo enfatizou a vinda do reino de Deus, o qual introduz as bênçãos da “era vindoura” nesta “era”, assim também Paulo enfatiza a vinda de Jesus Cristo como Aquele por quem as bênçãos de Deus são agora concedidas ao Seu povo. O ensino de Jesus nos Evangelhos é similar à abertura musical que anuncia o tema de todo o Novo Testamento: o reino de Deus “é chegado”. A pregação de Paulo desenvolve esse tema oferecendo uma explanação abrangente das bênçãos salvíficas do reino.&amp;lt;br&amp;gt;Mas, como explica Paulo a salvação que Cristo traz? Que realizou Cristo por Sua morte e ressurreição, que provê redenção para aqueles que Lhe pertencem?&amp;lt;br&amp;gt;Paulo resume sua resposta a essa questão em 1ª Coríntios 15:3-4: “Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras.” Esse sumário é semelhante a outros nas epístolas de Paulo (veja 1ª Coríntios 2:2 e Gálatas 6:14). Nessas passagens, Paulo declara que o Evangelho que ele prega, está focado na morte redentora e na ressurreição de Jesus Cristo.&amp;lt;br&amp;gt;Nas epístolas de Paulo, diversos temas bíblicos são usados para designar os distintos aspectos da salvação que Cristo obteve para os crentes. Os temas principais, que Paulo usa para descrever a obra redentora de Cristo, incluem: primeiro, “sacrifício para” ou “expiação da” culpa do pecado do homem; segundo, “propiciação” para aplacar a ira de Deus contra suas criaturas pecadoras; terceiro, “reconciliação” ou paz com Deus; quarto, “redenção” da maldição e da condenação da Lei; e quinto, “vitória” sobre o pecado, sobre a morte e sobre todos os poderes que se opõem ao reino de Deus.&amp;lt;br&amp;gt;O fato de que Paulo entendeu a morte de Cristo como um sacrifício pelo pecado é inquestionável. Em 1ª Coríntios 15:3, Paulo declara que Cristo morreu “por nossos pecados”. Em outra passagem, ele diz que Deus enviou o Seu próprio Filho “em semelhança de carne pecaminosa e no tocante ao pecado” (Romanos 8:3). Paulo, ademais, ensina que a morte de Cristo foi uma propiciação da ira de Deus. Em Sua santidade, Deus, em relação ao pecado, somente o pode odiar. Porém, o maravilhoso do Evangelho é que Deus amorosamente propiciou Sua ira através da morte de Seu próprio Filho (Romanos 3:25; 5:9-10; 2ª Coríntios 5:21). A obra vicária de Cristo é, ainda, uma obra de reconciliação. Por Sua morte, Cristo removeu todo impedimento à paz do pecador com Deus.&amp;lt;br&amp;gt;Essa obra de reconciliação inclui aspectos em relação a Deus e ao homem. Não somente remove o obstáculo da ira de Deus (Romanos 5:9-10), mas também intima o pecador a “reconciliar-se” com Deus (2ª Coríntios 5:20). O tema da redenção também figura proeminentemente no entendimento de Paulo quanto ao sacrifício de Cristo. A ideia bíblica de redenção enfatiza o pagamento de um preço que assegura a libertação do pecador da servidão (1ª Timóteo 2:5-6). Em uma das mais claras afirmações do sacrifício de Cristo como uma obra redentora, o apóstolo Paulo declara que “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se Ele próprio maldição em nosso lugar” (Gálatas 3:13). Finalmente, uma característica pouco vista da obra redentora de Cristo é a vitória que conquista sobre o poder do pecado, da morte e, ainda, de toda forma de oposição ao governo reinante de Deus (1ª Coríntios 15:54-57). Por Sua morte e ressurreição, Cristo desarmou os poderes que se opõem ao reino de Deus (Colossenses 2:13-15).&amp;lt;br&amp;gt;Indubitavelmente, a mensagem central da pregação de Paulo é a de que Deus se tem introduzido na história na pessoa de Seu Filho Jesus Cristo, cuja morte sacrificial e ressurreição, trouxe a salvação. Entretanto, o Evangelho conforme Paulo inclui, também, a aplicação da salvação em Cristo aos crentes que são unidos a Ele pelo ministério de Seu Espírito. Ainda que Paulo não articule explicitamente uma ordem de salvação (ordo salutes), os rudimentos de tal ordem estão evidentes em suas epístolas (veja Romanos 8:30; 1ª Coríntios 1:30 e 6:11).&amp;lt;br&amp;gt;A maneira mais inclusiva pela qual Paulo descreve a aplicação da salvação é em termos da união do crente com Cristo. Quando os crentes são unidos a Cristo através do ministério do Seu Espírito, eles vêm a participar, totalmente, de todos os benefícios de Sua obra vicária a favor deles (Romanos 8:2,11; 1ª Coríntios 6:11; Efésios 4:30).&amp;lt;br&amp;gt;Para o propósito de nossa breve sinopse, três benefícios da união com Cristo são de particular importância para o entendimento de Paulo na aplicação da salvação: justificação gratuita, santificação pelo Espírito e glorificação.&amp;lt;br&amp;gt;Justificação gratuita. Observamos em nossa introdução que, em alguns círculos, se tem tornado popular opor-se a ênfases de Paulo sobre a união com Cristo aos seus ensinos sobre justificação forense. Este é, entretanto, um profundo engano. A Reforma estava certamente correta em afirmar que a principal característica dos ensinos de Paulo era a doutrina da justificação pela graça somente, através da fé somente. Ademais, contrário às mais recentes reivindicações dos autores da “nova perspectiva”, Paulo vê claramente a justificação como um tema “soteriológico”. Justificação não responde simplesmente à questão de se os gentios, bem como os judeus, pertencem à aliança do povo de Deus, como muitos dos ditos autores mantêm. A justificação responde, primariamente, a questão de como qualquer pecador, judeu ou gentio, pode encontrar aceitação em Deus, a despeito do seu pecado e culpa.&amp;lt;br&amp;gt;De acordo com Paulo, justificação é um ato gracioso de Deus pelo qual Ele perdoa os pecados dos crentes e os declara justos, na base da imputação da justiça de Cristo (Romanos 4:1-5; 5:15-17; 10:3; 2ª Coríntios 5:21; Filipenses 3:9). Ainda que todos pecaram, Cristo foi posto à morte pelos pecados do Seu povo e ressuscitado para sua justificação (Romanos 4:25). À parte de qualquer “obra” cumprida em obediência à Lei, Deus justifica aquele que recebe a Cristo pela fé (Romanos 3:28; Gálatas 2:16). Esse benefício da justificação é, totalmente, uma bênção escatológica da salvação, a qual declara que “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Romanos 8:1).&amp;lt;br&amp;gt;Santificação pelo Espírito. Todo aquele que está unido a Cristo é morada do Seu Espírito vivificador (Romanos 8:4-11). Os crentes não somente são declarados justos na justificação gratuita, mas estão também sendo renovados segundo a imagem de Cristo (2ª Coríntios 3:17-18). O poder e o domínio do pecado são desfeitos. Através de sua união com Cristo, em Sua morte e ressurreição, os crentes devem, agora, se considerar mortos para o pecado e vivos para a justiça (Romanos 6:12-14). O novo status que os crentes desfrutam, (justificação), é sempre acompanhado por uma vida renovada de obediência a qual é neles realizada pelo Espírito de Cristo (santificação).&amp;lt;br&amp;gt;Glorificação. Ainda que seja costumeiro pensar-se na glorificação como a futura consumação da salvação do crente, Paulo fala sobre a glorificação como uma realidade presente e futura (Romanos 8:18-ss, 30). Devido à íntima união dos crentes com Cristo, a glorificação de Cristo em Sua ressurreição e ascensão é, de igual maneira, a glorificação dos crentes. Já, agora, os crentes estão sentados com Cristo nos lugares celestiais (Efésios 2:6). Resta, porém, a expectação da glorificação ainda futura dos crentes (2ª Tessalonicenses 1:10). Enquanto vivam neste mundo, os crentes, ansiosos, esperam pelo dia em que seus “corpos de humilhação” serão transformados para serem à semelhança do corpo glorioso de Cristo (Filipenses 3:21).&amp;lt;br&amp;gt;O Evangelho, de acordo com Paulo, pode ser sumarizado como a gloriosa mensagem de Deus quanto ao cumprimento de Suas promessas de salvação para o Seu povo em Cristo. A mensagem central da pregação de Paulo é a salvação através do Cristo crucificado e ressurreto. Cristo tem provido um sacrifício pelos pecados do Seu povo, que responde a cada aspecto de sua condição pecadora. Através da fé e união com Cristo, os crentes desfrutam de todos os benefícios dessa obra sacrificial. Nas extraordinárias palavras de 2ª Coríntios 5:17, “se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.” Aqueles que estão em Cristo desfrutam um novo status diante de Deus, de livre aceitação, a despeito de sua indignidade como pecadores. Eles, ademais, experimentam a graça de uma nova vida de obediência à “lei de Cristo” pela instrumentalização do Espírito Santo. E conhecem a graça da presente e da futura glorificação, quando as “primícias” da salvação em Cristo aparecerem na ceifa escatológica da completa participação na vitória da ressurreição de Cristo. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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			<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 19:00:51 GMT</pubDate>			<dc:creator>Rafreire</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslations.org/wiki/Talk:Christ_and_Him_Crucified/pt</comments>		</item>
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			<title>JoyaTeemer: New page: {{InProcess|user=|date=}}  Hi Roberto,  Here is your page to post the translation.  Thank you so much!  Blessings,  Joya</title>
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			<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 22:46:08 GMT</pubDate>			<dc:creator>JoyaTeemer</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslations.org/wiki/Talk:Christ_and_Him_Crucified/pt</comments>		</item>
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