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		<title>True Love/pt - Revision history</title>
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			<title>Mahra at 19:15, 21 August 2009</title>
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Mas de prostituição e qualquer espécie de impureza ou ganância nem sequer se fale entre vós, como é próprio de santos.“ A simples ordem do verso 2 (“E caminhai no amor, como também Cristo nos amou”) resume toda a obrigação moral de todo o cristão. No fundo, o amor de Deus é o único princípio que define completamente o dever do cristão e este tipo de amor é exactamente “tudo o que precisas”. Romanos 13:8-10 diz, “Aquele que ama o próximo, cumpre plenamente a lei”. Os mandamentos resumem-se a estas palavras: “Amarás o próximo como a ti próprio, já que o amor é o cumprimento da lei.” Gálatas 5:14 ecoa a mesma verdade: “Toda a lei se cumpre numa só palavra: Amarás o próximo como a ti próprio.” Da mesma maneira Jesus ensinou que toda a lei e profetas dependem de dois princípios básicos sobre o amor – o primeiro e o segundo mandamentos (Mat. 22:38-40). Por outras palavras, “o amor é o laço da perfeição” (Col. 3:14 NKJV). Quando o apóstolo Paulo nos diz para caminhar no amor, o contexto revela-se em aspectos positivos, pois ele fala-nos sobre sermos bons uns para os outros, misericordiosos e que nos perdoemos uns aos outros (Ef. 4:32). O modelo de tal amor mais centrado nos outros que si próprio é Cristo, quem se entregou para nos salvar dos nossos pecados. “Não existe amor maior do que este, que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos.&amp;quot; (João 15:13). E “se Deus nos amou assim, também nós devemos amar-nos uns aos outros” (1 João 4:11). Por outras palavras, o amor verdadeiro é sempre um sacrifício, uma entrega de nós mesmos, é misericordioso, compassivo, compreensivo, amável, generoso e paciente. Estas e muitas outras qualidades positivas e benévolas (ver 1 Cor. 13:4-8) são as que a Sagrada Escritura associa ao amor divino. Mas reparemos no lado negativo, também visto no contexto de Efésios 5. A pessoa que ama os outros verdadeiramente como Cristo nos ama deve recusar todo o tipo de amor falso. O apóstolo Paulo nomeia algumas destas falsidades satânicas. Elas incluem a imoralidade, a impureza e a ganância. A passagem continua: “Que não haja palavras obscenas, insensatas ou grosseiras, são coisas que não convêm, mas que haja sim, acção de graças. Porque disto deveis ter a certeza, nenhum que seja sexualmente impuro ou ganancioso - o que equivale a idolatria - tem herança no Reino de Cristo e de Deus. Ninguém vos engane com palavras ocas, pois por estas coisas a ira de Deus cai sobre os filhos desobedientes. Não vos associais, por isso, a eles” (VV. 4–7). A imoralidade é talvez o substituto favorito do amor na nossa actual geração. O apóstolo Paulo usa o termo grego porneia, o qual significa todo o tipo de pecado sexual. A cultura popular tenta desesperadamente desvanecer a linha que separa o amor verdadeiro da paixão imoral. Mas tal imoralidade é uma perversão total do amor verdadeiro, porque procura a auto-gratificação em vez do bem dos outros. A impureza é outra perversão diabólica do amor. O apóstolo Paulo emprega aqui o termo akatharsia, o qual se refere a todo o tipo de imoralidade sexual e impureza. Especificamente, ele refere-se à sujidade, à impureza e à ganância que são as características particulares do companheirismo com mal. Este tipo de companheirismo não tem nada a ver com o amor verdadeiro e o apóstolo afirma claramente que não tem lugar no caminho do cristão. A ganância é outra corrupção do amor que tem origem no desejo narcisista de auto-gratificação. É exactamente o oposto do exemplo que Cristo deu quando “se entregou por nós” (v. 2). No verso 5, o apóstolo Paulo compara a ganância à idolatria. Também isto não tem lugar no caminho do cristão e de acordo com o verso 5, a pessoa culpada de tal pecado “não tem herança no Reino de Cristo e de Deus.” De tais pecados, diz o apóstolo Paulo, “nem sequer se fale entre vós, como é próprio de santos” (V. 3). “Não te associes áqueles” que praticam tais coisas, diz-nos. 7). Por outros termos, não estaremos a demonstrar amor verdadeiro a não ser que sejamos intolerantes com todas as perversões populares do amor. Hoje em dia, a maioria das conversas sobre o amor ignora este princípio. “O amor” foi redefinido como uma ampla tolerância que ignora o pecado e que abraça o bem e o mal de igual forma. Mas isso não é amor, é apatia. O amor de Deus não tem nada a ver com isso. Lembra-te que a mais suprema manifestação do amor de Deus é a Cruz, sinal que Cristo “nos amou e se entregou a Deus por nós como oferta e sacrifício de agradável odor” (V. 2). A Sagrada Escritura explica o amor de Deus em termos de sacrifício, de arrependimento pelos pecados cometidos e de reconciliação: &amp;quot;Nisto reside o amor, não que tenhamos amado Deus mas que ele nos amou e nos enviou o seu Filho para reconciliar os nossos pecados” (1 João 4:10). Por outras palavras, Cristo converteu-se em sacrifício para desviar a ira de um Deus ofendido. Longe de perdoar os nossos pecados com uma tolerância benigna, Deus deu o seu Filho como uma oferta pelo pecado para satisfazer a sua própria ira e justiça na salvação dos pecadores. Este é o coração do Envangelho. Deus manifesta o seu amor de uma forma que confirma a sua santidade, justiça e misericordia sem compromisso. O amor verdadeiro “não se manifesta ao praticar o mal, mas sim ao praticar a verdade” (1 Cor. 13:6). Este é o tipo de amor, no qual fomos chamados para caminhar. É um amor que primeiro é puro e depois é harmonioso.}}&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/del&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;{{Info|Amor verdadeiro}}&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:15:12 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mahra</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslations.org/wiki/Talk:True_Love/pt</comments>		</item>
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			<title>Mahra at 19:08, 21 August 2009</title>
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Quando o apóstolo Paulo nos diz para caminhar no amor, o contexto revela-se em aspectos positivos, pois ele fala-nos sobre sermos bons uns para os outros, misericordiosos e que nos perdoemos uns aos outros (Ef. 4:32). O modelo de tal amor mais centrado nos outros que si próprio é Cristo, quem se entregou para nos salvar dos nossos pecados. “Não existe amor maior do que este, que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos.&amp;quot; (João 15:13). E “se Deus nos amou assim, também nós devemos amar-nos uns aos outros” (1 João 4:11). Por outras palavras, o amor verdadeiro é sempre um sacrifício, uma entrega de nós mesmos, é misericordioso, compassivo, compreensivo, amável, generoso e paciente. Estas e muitas outras qualidades positivas e benévolas (ver 1 Cor. 13:4-8) são as que a Sagrada Escritura associa ao amor divino. Mas reparemos no lado negativo, também visto no contexto de Efésios 5. 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A Sagrada Escritura explica o amor de Deus em termos de sacrifício, de arrependimento pelos pecados cometidos e de reconciliação: &amp;quot;Nisto reside o amor, não que tenhamos amado Deus mas que ele nos amou e nos enviou o seu Filho para reconciliar os nossos pecados” (1 João 4:10). Por outras palavras, Cristo converteu-se em sacrifício para desviar a ira de um Deus ofendido. Longe de perdoar os nossos pecados com uma tolerância benigna, Deus deu o seu Filho como uma oferta pelo pecado para satisfazer a sua própria ira e justiça na salvação dos pecadores. Este é o coração do Envangelho. Deus manifesta o seu amor de uma forma que confirma a sua santidade, justiça e misericordia sem compromisso. O amor verdadeiro “não se manifesta ao praticar o mal, mas sim ao praticar a verdade” (1 Cor. 13:6). Este é o tipo de amor, no qual fomos chamados para caminhar. É um amor que primeiro é puro e depois é harmonioso.}}&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:08:28 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mahra</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslations.org/wiki/Talk:True_Love/pt</comments>		</item>
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			<title>Kathyyee at 03:13, 28 March 2009</title>
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Mas de prostituição e qualquer espécie de impureza ou ganância nem sequer se fale entre vós, como é próprio de santos.“ A simples ordem do verso 2 (“E caminhai no amor, como também Cristo nos amou”) resume toda a obrigação moral de todo o cristão. No fundo, o amor de Deus é o único princípio que define completamente o dever do cristão e este tipo de amor é exactamente “tudo o que precisas”. Romanos 13:8-10 diz, “Aquele que ama o próximo, cumpre plenamente a lei”. Os mandamentos resumem-se a estas palavras: “Amarás o próximo como a ti próprio, já que o amor é o cumprimento da lei.” Gálatas 5:14 ecoa a mesma verdade: “Toda a lei se cumpre numa só palavra: Amarás o próximo como a ti próprio.” Da mesma maneira Jesus ensinou que toda a lei e profetas dependem de dois princípios básicos sobre o amor – o primeiro e o segundo mandamentos (Mat. 22:38-40). Por outras palavras, “o amor é o laço da perfeição” (Col. 3:14 NKJV). Quando o apóstolo Paulo nos diz para caminhar no amor, o contexto revela-se em aspectos positivos, pois ele fala-nos sobre sermos bons uns para os outros, misericordiosos e que nos perdoemos uns aos outros (Ef. 4:32). O modelo de tal amor mais centrado nos outros que si próprio é Cristo, quem se entregou para nos salvar dos nossos pecados. “Não existe amor maior do que este, que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos.&amp;quot; (João 15:13). E “se Deus nos amou assim, também nós devemos amar-nos uns aos outros” (1 João 4:11). Por outras palavras, o amor verdadeiro é sempre um sacrifício, uma entrega de nós mesmos, é misericordioso, compassivo, compreensivo, amável, generoso e paciente. Estas e muitas outras qualidades positivas e benévolas (ver 1 Cor. 13:4-8) são as que a Sagrada Escritura associa ao amor divino. Mas reparemos no lado negativo, também visto no contexto de Efésios 5. A pessoa que ama os outros verdadeiramente como Cristo nos ama deve recusar todo o tipo de amor falso. O apóstolo Paulo nomeia algumas destas falsidades satânicas. Elas incluem a imoralidade, a impureza e a ganância. A passagem continua: “Que não haja palavras obscenas, insensatas ou grosseiras, são coisas que não convêm, mas que haja sim, acção de graças. Porque disto deveis ter a certeza, nenhum que seja sexualmente impuro ou ganancioso - o que equivale a idolatria - tem herança no Reino de Cristo e de Deus. Ninguém vos engane com palavras ocas, pois por estas coisas a ira de Deus cai sobre os filhos desobedientes. Não vos associais, por isso, a eles” (VV. 4–7). A imoralidade é talvez o substituto favorito do amor na nossa actual geração. O apóstolo Paulo usa o termo grego porneia, o qual significa todo o tipo de pecado sexual. A cultura popular tenta desesperadamente desvanecer a linha que separa o amor verdadeiro da paixão imoral. Mas tal imoralidade é uma perversão total do amor verdadeiro, porque procura a auto-gratificação em vez do bem dos outros. A impureza é outra perversão diabólica do amor. O apóstolo Paulo emprega aqui o termo akatharsia, o qual se refere a todo o tipo de imoralidade sexual e impureza. Especificamente, ele refere-se à sujidade, à impureza e à ganância que são as características particulares do companheirismo com mal. Este tipo de companheirismo não tem nada a ver com o amor verdadeiro e o apóstolo afirma claramente que não tem lugar no caminho do cristão. A ganância é outra corrupção do amor que tem origem no desejo narcisista de auto-gratificação. É exactamente o oposto do exemplo que Cristo deu quando “se entregou por nós” (v. 2). No verso 5, o apóstolo Paulo compara a ganância à idolatria. Também isto não tem lugar no caminho do cristão e de acordo com o verso 5, a pessoa culpada de tal pecado “não tem herança no Reino de Cristo e de Deus.” De tais pecados, diz o apóstolo Paulo, “nem sequer se fale entre vós, como é próprio de santos” (V. 3). “Não te associes áqueles” que praticam tais coisas, diz-nos. 7). Por outros termos, não estaremos a demonstrar amor verdadeiro a não ser que sejamos intolerantes com todas as perversões populares do amor. Hoje em dia, a maioria das conversas sobre o amor ignora este princípio. “O amor” foi redefinido como uma ampla tolerância que ignora o pecado e que abraça o bem e o mal de igual forma. Mas isso não é amor, é apatia. O amor de Deus não tem nada a ver com isso. Lembra-te que a mais suprema manifestação do amor de Deus é a Cruz, sinal que Cristo “nos amou e se entregou a Deus por nós como oferta e sacrifício de agradável odor” (V. 2). A Sagrada Escritura explica o amor de Deus em termos de sacrifício, de arrependimento pelos pecados cometidos e de reconciliação: &amp;quot;Nisto reside o amor, não que tenhamos amado Deus mas que ele nos amou e nos enviou o seu Filho para reconciliar os nossos pecados” (1 João 4:10). Por outras palavras, Cristo converteu-se em sacrifício para desviar a ira de um Deus ofendido. Longe de perdoar os nossos pecados com uma tolerância benigna, Deus deu o seu Filho como uma oferta pelo pecado para satisfazer a sua própria ira e justiça na salvação dos pecadores. Este é o coração do Envangelho. Deus manifesta o seu amor de uma forma que confirma a sua santidade, justiça e misericordia sem compromisso. O amor verdadeiro “não se manifesta ao praticar o mal, mas sim ao praticar a verdade” (1 Cor. 13:6). Este é o tipo de amor, no qual fomos chamados para caminhar. É um amor que primeiro é puro e depois é harmonioso.}}&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;“Tudo o que precisas é de amor”, assim cantavam os Beatles. Se eles tivessem cantado sobre o amor de Deus, a frase revelaria uma certa verdade. Mas aquilo que a cultura popular diz ser amor, não se trata na verdade de um amor autêntico, é antes uma verdadeira fraude. Longe de ser “tudo o que precisas” é antes algo que deves evitar a todo o custo.&amp;lt;br&amp;gt; &amp;lt;br&amp;gt;O apóstolo Paulo fala-nos sobre este tema em Efésios 5:1-3. Ele escreveu: “Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos bem amados. E caminhai no amor, como também Cristo nos amou e se entregou a Deus por nós como oferta e sacrifício de agradável odor. Mas de prostituição e qualquer espécie de impureza ou ganância nem sequer se fale entre vós, como é próprio de santos.“&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;“Tudo o que precisas é de amor”, assim cantavam os Beatles. Se eles tivessem cantado sobre o amor de Deus, a frase revelaria uma certa verdade. Mas aquilo que a cultura popular diz ser amor, não se trata na verdade de um amor autêntico, é antes uma verdadeira fraude. Longe de ser “tudo o que precisas” é antes algo que deves evitar a todo o custo.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;O apóstolo Paulo fala-nos sobre este tema em Efésios 5:1-3. Ele escreveu: “Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos bem amados. E caminhai no amor, como também Cristo nos amou e se entregou a Deus por nós como oferta e sacrifício de agradável odor. Mas de prostituição e qualquer espécie de impureza ou ganância nem sequer se fale entre vós, como é próprio de santos.“ &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Mas reparemos no lado negativo, também visto no contexto de Efésios 5. A pessoa que ama os outros verdadeiramente como Cristo nos ama deve recusar todo o tipo de amor falso. O apóstolo Paulo nomeia algumas destas falsidades satânicas. Elas incluem a imoralidade, a impureza e a ganância. A passagem continua: “Que não haja palavras obscenas, insensatas ou grosseiras, são coisas que não convêm, mas que haja sim, acção de graças. Porque disto deveis ter a certeza, nenhum que seja sexualmente impuro ou ganancioso - o que equivale a idolatria - tem herança no Reino de Cristo e de Deus. Ninguém vos engane com palavras ocas, pois por estas coisas a ira de Deus cai sobre os filhos desobedientes. Não vos associais, por isso, a eles” (Vv. 4–7). &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Mas reparemos no lado negativo, também visto no contexto de Efésios 5. A pessoa que ama os outros verdadeiramente como Cristo nos ama deve recusar todo o tipo de amor falso. O apóstolo Paulo nomeia algumas destas falsidades satânicas. Elas incluem a imoralidade, a impureza e a ganância. A passagem continua: “Que não haja palavras obscenas, insensatas ou grosseiras, são coisas que não convêm, mas que haja sim, acção de graças. Porque disto deveis ter a certeza, nenhum que seja sexualmente impuro ou ganancioso - o que equivale a idolatria - tem herança no Reino de Cristo e de Deus. Ninguém vos engane com palavras ocas, pois por estas coisas a ira de Deus cai sobre os filhos desobedientes. Não vos associais, por isso, a eles” (Vv. 4–7). &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;A imoralidade é talvez o substituto favorito do amor na nossa actual geração. O apóstolo Paulo usa o termo grego ''porneia'', o qual significa todo o tipo de pecado sexual. A cultura popular tenta desesperadamente desvanecer a linha que separa o amor verdadeiro da paixão imoral. Mas tal imoralidade é uma perversão total do amor verdadeiro, porque procura a auto-gratificação em vez do bem dos outros. &amp;lt;br&amp;gt;A impureza é outra perversão diabólica do amor. O apóstolo Paulo emprega aqui o termo ''akatharsia'', o qual se refere a todo o tipo de imoralidade sexual e impureza. Especificamente, ele refere-se à sujidade, à impureza e à ganância que são as características particulares do companheirismo com mal. Este tipo de companheirismo não tem nada a ver com o amor verdadeiro e o apóstolo afirma claramente que não tem lugar no caminho do cristão.&amp;lt;br&amp;gt; &amp;lt;br&amp;gt;A ganância é outra corrupção do amor que tem origem no desejo narcisista de auto-gratificação. É exactamente o oposto do exemplo que Cristo deu quando “se entregou por nós” (v. 2). No verso 5, o apóstolo Paulo compara a ganância à idolatria. Também isto não tem lugar no caminho do cristão e de acordo com o verso 5, a pessoa culpada de tal pecado “não tem herança no Reino de Cristo e de Deus.” &amp;lt;br&amp;gt;De tais pecados, diz o apóstolo Paulo, “nem sequer se fale entre vós, como é próprio de santos” (V. 3). “Não te associes àqueles” que praticam tais coisas, diz-nos. V. 7). &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;A imoralidade é talvez o substituto favorito do amor na nossa actual geração. O apóstolo Paulo usa o termo grego ''porneia'', o qual significa todo o tipo de pecado sexual. A cultura popular tenta desesperadamente desvanecer a linha que separa o amor verdadeiro da paixão imoral. Mas tal imoralidade é uma perversão total do amor verdadeiro, porque procura a auto-gratificação em vez do bem dos outros. &amp;lt;br&amp;gt;A impureza é outra perversão diabólica do amor. O apóstolo Paulo emprega aqui o termo ''akatharsia'', o qual se refere a todo o tipo de imoralidade sexual e impureza. Especificamente, ele refere-se à sujidade, à impureza e à ganância que são as características particulares do companheirismo com mal. Este tipo de companheirismo não tem nada a ver com o amor verdadeiro e o apóstolo afirma claramente que não tem lugar no caminho do cristão.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;A ganância é outra corrupção do amor que tem origem no desejo narcisista de auto-gratificação. É exactamente o oposto do exemplo que Cristo deu quando “se entregou por nós” (v. 2). No verso 5, o apóstolo Paulo compara a ganância à idolatria. Também isto não tem lugar no caminho do cristão e de acordo com o verso 5, a pessoa culpada de tal pecado “não tem herança no Reino de Cristo e de Deus.” &amp;lt;br&amp;gt;De tais pecados, diz o apóstolo Paulo, “nem sequer se fale entre vós, como é próprio de santos” (V. 3). “Não te associes àqueles” que praticam tais coisas, diz-nos. V. 7). &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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			<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 03:13:22 GMT</pubDate>			<dc:creator>Kathyyee</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslations.org/wiki/Talk:True_Love/pt</comments>		</item>
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			<title>Silvia at 22:19, 27 March 2009</title>
			<link>http://gospeltranslations.org/w/index.php?title=True_Love/pt&amp;diff=17988&amp;oldid=prev</link>
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&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;color: red; font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Mas reparemos no lado negativo, também visto no contexto de Efésios 5. A pessoa que ama os outros verdadeiramente como Cristo nos ama deve recusar todo o tipo de amor falso. O apóstolo Paulo nomeia algumas destas falsidades satânicas. Elas incluem a imoralidade, a impureza e a ganância. A passagem continua: “Que não haja palavras obscenas, insensatas ou grosseiras, são coisas que não convêm, mas que haja sim, acção de graças. Porque disto deveis ter a certeza, nenhum que seja sexualmente impuro ou ganancioso - o que equivale a idolatria - tem herança no Reino de Cristo e de Deus. Ninguém vos engane com palavras ocas, pois por estas coisas a ira de Deus cai sobre os filhos desobedientes. Não vos associais, por isso, a eles” (Vv. 4–7). &lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;Kathy&lt;/del&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;A imoralidade é talvez o substituto favorito do amor na nossa actual geração. O apóstolo Paulo usa o termo grego ''porneia'', o qual significa todo o tipo de pecado sexual. A cultura popular tenta desesperadamente desvanecer a linha que separa o amor verdadeiro da paixão imoral. Mas tal imoralidade é uma perversão total do amor verdadeiro, porque procura a auto-gratificação em vez do bem dos outros. &amp;lt;br&amp;gt;A impureza é outra perversão diabólica do amor. O apóstolo Paulo emprega aqui o termo ''akatharsia'', o qual se refere a todo o tipo de imoralidade sexual e impureza. Especificamente, ele refere-se à sujidade, à impureza e à ganância que são as características particulares do companheirismo com mal. Este tipo de companheirismo não tem nada a ver com o amor verdadeiro e o apóstolo afirma claramente que não tem lugar no caminho do cristão.&amp;lt;br&amp;gt; &amp;lt;br&amp;gt;A ganância é outra corrupção do amor que tem origem no desejo narcisista de auto-gratificação. É exactamente o oposto do exemplo que Cristo deu quando “se entregou por nós” (v. 2). No verso 5, o apóstolo Paulo compara a ganância à idolatria. Também isto não tem lugar no caminho do cristão e de acordo com o verso 5, a pessoa culpada de tal pecado “não tem herança no Reino de Cristo e de Deus.” &amp;lt;br&amp;gt;De tais pecados, diz o apóstolo Paulo, “nem sequer se fale entre vós, como é próprio de santos” (V. 3). “Não te associes àqueles” que praticam tais coisas, diz-nos. V. 7). &lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;Por outros termos, não estaremos a demonstrar amor verdadeiro a não ser que sejamos intolerantes com todas as perversões populares do amor. &lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;Hoje em dia, a maioria das conversas sobre o amor ignora este princípio. “O amor” foi redefinido como uma ampla tolerância que ignora o pecado e que abraça o bem e o mal de igual forma. Mas isso não é amor, é apatia. &lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;O amor de Deus não tem nada a ver com isso. Lembra-te que a mais suprema manifestação do amor de Deus é a Cruz, sinal que Cristo “nos amou e se entregou a Deus por nós como oferta e sacrifício de agradável odor” (V. 2). A Sagrada Escritura explica o amor de Deus em termos de sacrifício, de arrependimento pelos pecados cometidos e de reconciliação: &amp;quot;Nisto reside o amor, não que tenhamos amado Deus mas que ele nos amou e nos enviou o seu Filho para reconciliar os nossos pecados” (1 João 4:10). Por outras palavras, Cristo converteu-se em sacrifício para desviar a ira de um Deus ofendido. Longe de perdoar os nossos pecados com uma tolerância benigna, Deus deu o seu Filho como uma oferta pelo pecado para satisfazer a sua própria ira e justiça na salvação dos pecadores. &lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;Este é o coração do Envangelho. Deus manifesta o seu amor de uma forma que confirma a sua santidade, justiça e misericórdia sem compromisso. O amor verdadeiro “não se manifesta ao praticar o mal, mas sim ao praticar a verdade” (1 Cor. 13:6). Este é o tipo de amor, no qual fomos chamados para caminhar. É um amor que primeiro é puro e depois é harmonioso. ''&amp;lt;br&amp;gt;''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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			<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 22:19:47 GMT</pubDate>			<dc:creator>Silvia</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslations.org/wiki/Talk:True_Love/pt</comments>		</item>
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			<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 18:06:53 GMT</pubDate>			<dc:creator>Kathyyee</dc:creator>			<comments>http://gospeltranslations.org/wiki/Talk:True_Love/pt</comments>		</item>
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